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Estudos sobre SEO

Imagine que você deve, por exemplo, qualificar os melhores bares de uma grande cidade. Não é uma ideia ruim avaliar, por exemplo, a quantidade de pessoas na fila: se muita gente quer comer lá e aceita esperar, é sinal que a qualidade é boa.
Agora imagine que, após descobrir isso, alguns bares tenham passado a pagar funcionários para ficar na fila, com a intenção de, assim, conseguir uma boa avaliação. O critério deixa de fazer sentido, já que não representa a experiência real dos clientes.




Aplicando ao SEO


Com os avanços no algoritmo, o Google tem conseguido, cada vez mais, deixar de “medir a fila” para avaliar como as pessoas realmente se sentem no ambiente: a inteligência do buscador para conteúdo consegue avaliar se os termos fazem sentido no contexto, se o texto está escrito corretamente e se as pessoas que indicam aquela página realmente são isentas e tem conhecimento do assunto, entre uma infinidade de outros itens.
Essa é a missão do Google nesta tarefa: exibir sempre os conteúdos mais assertivos para a “pergunta” do usuário e não simplesmente rankear os sites que descobriram a melhor forma de se posicionar. Afinal de contas, é para mostrar o que é relevante que o serviço existe e é por sua eficiência que ele detém mais de 95% de share no mercado.
Ainda assim, há muitas ações que podem ser feitas que são atribuídas como técnicas de SEO (velocidade do site, organização semântica do código, estrutura e linkagem das páginas, organização do conteúdo, uso correto de palavras-chave, etc.) que continuam funcionando muito bem justamente porque ajudam a melhorar a experiência dos visitantes.

SEO no contexto do marketing digital
O SEO deixou de ser uma técnica específica e isolada de aquisição de tráfego e, cada vez mais, envolve o Marketing Digital como um todo: produção de conteúdo, mídias sociais, campanhas de Google AdWords e Facebook Ads, Email Marketing, etc., tudo influencia direta ou indiretamente para ficar bem posicionado.

Entendendo o básico


As buscas são divididas entre resultados pagos e orgânicos (gratuitos). Na imagem ao lado, os resultados que aparecem dentro do quadro vermelho são aqueles em que um anunciante paga pelo clique através do Google Adwords.


Google Orgânico


Primeiro, o Google usa seu robô para rastrear todas as páginas que encontra. Esse robô vai, basicamente, entrando de link em link e lendo tudo o que a página tem e gravando tudo em um grande arquivo, os servidores do Google.
No caso do Google, a intenção é mesma: escolher algo que represente bem o tema e classificar de acordo com a relevância. O que muda é a forma de se chegar lá, uma vez que não há memória ou julgamento humano para escolher os resultados.
Para identificar se a página fala sobre o assunto, são analisadas partes importantes da sua estrutura, como o título, os subtítulos, os textos, as legendas das imagens e outros elementos que vamos apresentar mais adiante. Tudo isso é comparado com as palavras buscadas, procurando assim reconhecer alguma relação.
Já a classificação leva em conta o quanto a página é relevante. O principal parâmetro é o número de vezes que ela é indicada por terceiros. Na Internet, isso toma a forma de links recebidos, que funcionam quase que como votos. Quanto mais links e de sites com maior autoridade uma página tiver, maior a probabilidade de ela alcançar as primeiras posições do Google.
Há também outros itens que denotam que o usuário teve uma boa experiência: velocidade de carregamento da página, o fato de o visitante voltar ou não ao Google após entrar na página (se voltar é porque não encontrou o que procurava – experiência ruim).

Resumindo muito, essa é a base de um bom trabalho de SEO: páginas de qualidade em um site bem arquitetado, orientadas para as palavras-chave que são importantes para o seu negócio e buscadas pelo seu público e diversos links recebidos gerando autoridade.

A partir do momento em que um usuário faz uma busca, o Google vai procurar dentro desse arquivo a página que ele acredita que responda melhor aos anseios desse usuário. E faz isso utilizando um algoritmo

Pesquisa por palavras-chave


As palavras-chave (ou keywords) são a base de qualquer trabalho de otimização, seja ela on-page – fatores que influenciam o SEO dentro do próprio site, ou seja, sob os quais você tem controle – ou off-page, fatores que estão, de certa forma, fora do seu controle.
Um passo bem importante para começar o trabalho de pesquisa de palavras-chave é ter claro quem são suas personas e mapear a jornada de compra que elas seguem.


Lista de palavras-chave



  • Pense em seus produtos e serviços. (5 palavras)
  • Pense nos problemas da Persona/Cliente (10 palavras).
  • Expanda as Palavras no Keyword Planner (dentro do Google AdWords) (25 palavras).
  • Obtenha Palavras do site de concorrentes no Keyword Planner (15 palavras).




Acompanhamento


É através do acompanhamento das palavras-chave que você vai perceber quais estão te trazendo melhores retornos, quais as implicações no rankeamento ao utilizar as palavras-chave de tal maneira na title tag e diversas outras verificações.
Também é possível acompanhar esta evolução de termos na ferramenta do próprio Google, o Google Search Console, no relatório Tráfego de Pesquisa > Consultas de Pesquisa:
MindMap: o que fazer com cada palavra-chave
Basicamente, são 4 ações: criar conteúdo, otimizar (SEO), comprar no Google AdWords e deixar como está.

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